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Entrevista com o Roosh

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Entrevista com o Roosh

Mensagem por Joe em 22/8/2015, 00:43



Podem falar mal do Roosh, mas ele é bem inteligente e articulado. Gostei dessa entrevista dele.

Ele fala da treta dele com os canadistões, mas o ponto mais interessante é outro.

Roosh fala das diferenças entre os EUA e o leste Europeu.

Resumão: ele fala que no leste europeu um homem não precisa de PUA e o caralho a quatro para pegar mulher pq as mulheres de lá tem prioridades diferentes.

Segundo ele, a mulher americana, por viver numa sociedade próspera, é como uma criança mimada que quer que homens sejam uma mistura de Christian Grey com James Bond para entretê-las enquanto elas se afundam na vida profissional (o que, ainda segundo o Roosh, seria a gênese da cultura PUA: mulheres cheias de ambições profissionais em busca de diversão efêmera com homens, o que os levou a criarem "métodos" para "fuck and run"). Por outro lado, a mulher do leste europeu valoriza um homem pelo seu caráter (e por tabela a ideia de ter uma família) pq a vida no leste europeu não é fácil, logo um homem trabalhador com valores à moda antiga é mais negócio para elas do que o cafajeste metido a macho alfa PUA.

Na verdade o que o Roosh falou das mulheres do leste europeu me lembrou algo que um americano  que conheço que vive em POA e namora uma brasileira me disse uma vez: "é muito fácil fazer uma mulher brasileira feliz: não bata nela, não traia ela, e traga dinheiro para dentro de casa" (já explico a relação das brasileiras com as do leste europeu).

Em outras palavras, a tese do Roosh é que, quanto mais fudida a situação social da mulher, mais ela valoriza o homem comum de carater em detrimento do playboy, PUA, ou qualquer um que precise "vestir uma máscara" (palavras do Roosh) para conseguir transar.

Essa tese explica um pouco a realidade brasileira: como não somos prósperos como um EUA, mas tbm não estamos atolados na merda como um leste europeu, as mulheres brasileiras parecem ser um meio-termo entre a egocêntrica yankee e a quase Amélia do leste europeu. Querem um homem de carater, mas que tbm tenha a famosa "pegada". As brasileiras não são insuportáveis como as americanas, mas tbm não são tão Amélias quanto as do leste europeu.

Ps: ele começa a falar sobre isso lá pelos 18:00 minutos.

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Joe
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